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O Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil é uma iniciativa do governo e da sociedade brasileira, em parceria com a comunidade internacional. Tem como finalidade o desenvolvimento de estratégias inovadoras para a proteção e o uso sustentável da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica, associadas a melhorias na qualidade de vida das populações locais. O Programa Piloto constitui o maior programa de cooperação multilateral relacionado a uma temática ambiental de importância global.
Originalmente o Programa tinha como objetivo geral maximizar os benefícios ambientais das florestas tropicais, de forma consistente com as metas de desenvolvimento do Brasil, por meio da implantação de uma metodologia de desenvolvimento sustentável que contribuirá com a redução contínua do índice de desmatamento. Para tanto, foram definidos os seguintes objetivos específicos:
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demonstrar a viabilidade da harmonização dos objetivos ambientais e econômicos nas florestas tropicais;
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ajudar a preservar os enormes recursos genéticos de que estas dispõem;
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reduzir a contribuição das .florestas brasileiras na emissão de gás carbônico; e,
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fornecer um exemplo de cooperação entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento nas questões ambientais globais.
O Programa é financiado por doações dos países integrantes do ex-Grupo dos Sete, da União Européia e dos Países Baixos, complementadas com contrapartida crescente do governo federal, dos governos estaduais e de organizações da sociedade civil.
A República Federal da Alemanha tem se destacado, tanto em termos do montante de recursos de doação, quanto pelas iniciativas de cooperação técnica e pelo compromisso de contribuir com fases posteriores do Programa. O Banco Mundial administra o Fundo Fiduciário de Florestas Tropicais - RFT, mecanismo criado para canalizar as contribuições dos doadores, e que presta assistência técnica ao Programa.
O Ministério do Meio Ambiente - MMA é o responsável pela sua coordenação geral. O planejamento e a execução de atividades do Programa e de seus respectivos componentes envolvem uma série de parcerias, especialmente com órgãos governamentais federais, estaduais e municipais, movimentos sociais, organizações ambientais e setor privado.
Uma delas se dá com o MCT, que coordena o Subprograma de Ciência e Tecnologia (SPC&T), um dos subprogramas do PPG7, que tem como objetivo principal promover a geração e a disseminação de conhecimentos científicos e tecnológicos relevantes à conservação e desenvolvimento sustentável da Região Amazônica.
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