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Para minimizar as emissões de gases de efeito estufa, os formuladores de políticas precisarão tomar decisões difíceis. Cada vez que um subsídio é acrescentado ou removido, e cada vez que uma regulamentação ou reforma é implementada, alguém sai perdendo. Embora a economia como um todo se beneficie de políticas de redução de emissões bem elaboradas e orientadas pelo mercado, a ação – ou a inação – do governo sempre ajuda a criar vencedores e perdedores no mercado.
O desafio dos formuladores de políticas é elaborar políticas que absorvam as energias da sociedade civil. Sua meta deve ser abrir as comportas da criatividade industrial. A experiência mostra que as empresas com freqüência respondem rápida e positivamente a incentivos e pressões. Com o ambiente político correto, o setor de negócios apresentará tecnologias e serviços com baixas emissões mais rapidamente do que muitos agora acreditam possível.
As escolas, os grupos comunitários, a mídia, as famílias e os consumidores também têm um papel essencial a desempenhar. As pessoas podem fazer uma diferença real alterando seus hábitos e sendo criteriosos ao fazer compras e investimentos. Se os consumidores se convencerem de que as regras do jogo estão mudando, começarão a tomar uma infinidade de pequenas decisões que, quando somadas, podem ter um impacto significativo sobre as emissões.
Se grandes segmentos da sociedade estiverem dispostos a fazer essas mudanças, nós podemos esperar uma transição rápida para sociedades mais eficientes do ponto de vista energético, tecnologicamente inovadoras e ambientalmente sustentáveis. A questão é só começar.
RESPOSTAS DA CONVENÇÃO
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O Protocolo enfatiza políticas e medidas domésticas para a redução de emissões. Os governos nacionais podem construir um quadro fiscal e político que desestimule as emissões. Eles podem eliminar subsídios contraprodutivos para atividades intensivas em carbono e podem introduzir a eficiência energética e outros padrões reguladores que promovam as melhores tecnologias atuais e futuras. Impostos, licenças negociáveis de emissões, programas de informação e programas voluntários podem também contribuir.
Os governos nacionais podem construir um quadro fiscal e político que desestimule as emissões. Eles podem eliminar subsídios contraprodutivos para atividades intensivas em carbono e podem introduzir a eficiência energética e outros padrões reguladores que promovam as melhores tecnologias atuais e futuras. Impostos, licenças negociáveis de emissões, programas de informação e programas voluntários podem também contribuir.
Os governos locais e urbanos – que com freqüência têm uma responsabilidade direta por transporte, moradia e outros setores da economia que emitem gases de efeito estufa – também podem atuar. Eles podem começar a desenvolver e construir sistemas melhorados de transporte público e criar incentivos para que as pessoas utilizem esses sistemas ao invés de seus automóveis particulares. Eles podem apertar os códigos de construção para que as novas casas e edifícios de escritórios sejam aquecidos ou refrigerados com menos combustível.
Enquanto isso, as indústrias precisam começar a mudar para novas tecnologias que utilizem combustíveis fósseis e matérias-primas de forma mais eficiente. Sempre que possível, elas devem mudar para fontes de energia renováveis, como a energia eólica e solar. Elas devem reprojetar produtos como refrigeradores, automóveis, misturas de cimento e fertilizantes para que produzam emissões mais baixas de gases de efeito estufa. Os fazendeiros devem utilizar tecnologias e métodos que reduzam o metano emitido pelo gado e por plantações de arroz. Cada cidadão, também, deve cortar seu uso de combustíveis fósseis – utilizar o transporte público com mais freqüência, apagar as luzes em quartos vazios – e desperdiçar menos todos os recursos naturais.
O Protocolo também levanta a bandeira da importância de conduzir pesquisas em tecnologias inovadoras, que limitem as emissões de metano dos sistemas de tratamento de resíduos e de energia e protejam as florestas e outros sumidouros de carbono.
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O Protocolo incentiva os governos a trabalharem juntos. Os formuladores de políticas podem aprender um com o outro e trocar idéias e experiências. Podem escolher ir além, coordenando as políticas nacionais para que tenham maior impacto em um mercado globalizado. Os governos também devem considerar os efeitos de suas políticas do clima sobre outras nações, notadamente os países em desenvolvimento, e buscar minimizar qualquer conseqüência econômica negativa. Os formuladores de políticas podem aprender um com o outro e trocar idéias e experiências. Podem escolher ir além, coordenando as políticas nacionais para que tenham maior impacto em um mercado globalizado. Os governos também devem considerar os efeitos de suas políticas do clima sobre outras nações, notadamente os países em desenvolvimento, e buscar minimizar qualquer conseqüência econômica negativa. Os formuladores de políticas podem aprender um com o outro e trocar idéias e experiências. Podem escolher ir além, coordenando as políticas nacionais para que tenham maior impacto em um mercado globalizado. Os governos também devem considerar os efeitos de suas políticas do clima sobre outras nações, notadamente os países em desenvolvimento, e buscar minimizar qualquer conseqüência econômica negativa.
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