Detalhar as atividades do projeto, a metodologia a ser adotada e completar a equipe de execução foram as principais propostas apresentadas na reunião inicial do Projeto Integrado do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) - Pime, que aconteceu entre os dias 20 e 22 de agosto em Belém do Pará.
O projeto Pime visa, principalmente, gerar subsídios para as políticas públicas por meio de diagnósticos, e do acompanhamento dos impactos sociais, econômicos e ambientais gerados pela implantação do Distrito Florestal Sustentável – DFS da BR–163.
Promoverá, ainda, a formação de pessoal especializado em problemas ambientas e a capacitação em tecnologias e práticas de produção mais sustentável para a região, integrando competências de projetos de pesquisa como LBA, Geoma e PPBio, além de diversos projetos de desenvolvimento tecnológico da Embrapa.
Estiveram presentes no encontro representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), dos institutos Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT) e Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCT), da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) .
Para a coordenadora de Gestão de Ecossistemas, Maria Luiza Braz Alves, esse é um projeto embrionário, de integração das competências científicas, de várias rede de pesquisa do MCT e da Embrapa existentes na Amazônia.
"Dependendo dos resultados alcançados após a sua implementação, o modelo poderá ser expandido para projetos de maior magnitude na região", avalia.