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O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou na última sexta-feira governadores e prefeitos que estariam mais flexíveis com a fiscalização contra crimes ambientais na Amazônia, com o intuito de evitar desgastes no período eleitoral. "Tenho ido toda semana à Amazônia e vejo muitas queimadas. Na véspera das eleições, muitos governadores e prefeitos afrouxaram completamente a fiscalização, ninguém quer multar, interditar. As queimadas estão recrudescendo", afirmou o ministro.
Minc, por enquanto, não citou nomes, porém ameaçou citá-los em breve, caso a situação tenha continuidade. "Pedimos uma série de medidas e estamos advertindo que vamos divulgar aqueles que não estiverem colaborando com a fiscalização federal", adiantou.
O ministro explicou que os prefeitos que forem eleitos já contam com o desafio de criar unidades de conservação, coibir o crime ambiental, e, além disso, garantir que os criminosos ambientais sejam presos: "E de preferência que os criminosos passem metade do tempo plantando árvores, em vez de tirar férias forçadas à nossa custa", declarou.
O ministro criticou a atual fiscalização ambiental durante o lançamento do programa do governo fluminense Contadores de Árvores, no qual estão previstos o plantio de 20 milhões de mudas de espécies da Mata Atlântica.
Com informações da Folha Online
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