Página Inicial www.brasil.gov.br
O MCT INDICADORES LEGISLAÇÃO FONTES DE FINANCIAMENTO UNIDADES DE PESQUISA
Link para versão acessível desta página.
imagem
imagem
   Decreto da Mata Atlântica está pronto para ser assinado por Lula
   Fundo Amazônia ajudará a rastrear cadeias produtivas
   Projetos no Cerrado receberão US$ 1 milhão
   Brasília sediará o II Simpósio Amazônia
   Falta de programas de preservação faz com que países gastem milhões para recuperar áreas úmidas
   Amazônia em perspectiva: chamem e acolham os jovens pesquisadores
   Enchentes em SC 'são reflexo de mudanças na Amazônia', diz 'Clarín'
   Pesquisadores do Inpa compõem Comitê Científico do Geoma
   Redução de chuvas na Amazônia afeta Nordeste
   Sub-redes da Fase II do Subprograma de C&T apresentam resultados positivos
   Desmatamento ilegal na Amazônia cai 22% em setembro
   Rede ComCerrado realiza 4ª Oficina em Brasília
   Amazônia em perspectiva: chamem e acolham os jovens pesquisadores
   Decreto da Mata Atlântica está pronto para ser assinado por Lula
   Pesquisadores do Inpa compõem Comitê Científico do Geoma
   VI Seminário Internacional de Sustentabilidade
   Minc diz que novo decreto não ‘afrouxa’ punição a crimes ambientais
  
09/10/2008 - 13:40
Desenvolvimento Sustentável
Desmatamento na Amazônia cai 27% nos meses mais críticos do ano
A média de desmatamento nos três meses mais secos do ano (junho, julho e agosto) vem caindo desde 2004, segundo dados do sistema Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em 2008 foi registrado o menor valor, 649 km2.

Tradicionalmente, nesses meses ocorrem o maior volume de corte da floresta. A área desmatada no período chegou a ser de 5.858 km2 em 2004, início do governo Lula. Desde então, está sendo reduzida: em 2005 foi de 1.568 km2 em; 1.187 km2 em 2006; 884 km2 em 2007 e 649 km2 em 2008.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acrescenta que os números mostram que minha gestão está conseguindo manter a tendência de queda registrada pela ministra Marina Silva. "Este ano registramos a menor média em cinco anos para os meses mais críticos e uma redução de 27% sobre o ano anterior", destaca. "Mas os números não são bons. Temos que reduzir ainda mais o desmatamento na Amazônia".

Com essa finalidade, o Ministério do Meio Ambiente está implementando uma série de medidas de fiscalização, como o aumento do número de portais de fiscalização nos entroncamentos de rodovias na Amazônia. Atualmente são apenas dois, nas BRs 364 e 163, mas o objetivo é chegar a oito. Entre as medidas de combate à impunidade ambiental, o MMA anuncia nesta sexta-feira o ajuizamento de ações contra 90 desmatadores.

Além disso, as ações da agenda positiva, a chamada Operação Arco Verde, foram reforçadas e em breve deverão refletir na criação de empregos sustentáveis na Amazônia. Uma delas é a consolidação do Distrito Florestal da Rodovia BR-163 (Cuiabá/MT-Santarém/PA) - uma área de 15 milhões de hectares, no Pará, onde serão aplicados 6 milhões de euros em manejo das florestas públicas da região, apoio a iniciativas de produção sustentável e fortalecimento da sociedade civil.

Ações positivas

A criação do Fundo Amazônia, que já conta com a doação de US$ 140 milhões pelo governo da Noruega, em seu primeiro ano de funcionamento, também irá alavancar a exploração sustentável da floresta e a qualidade de vida dos 24 milhões de pessoas que vivem na região.

As doações do governo norueguês devem totalizar US$ 1 bilhão até 2015. E as melhorias para a região não devem demorar para chegar. A primeira reunião do comitê orientador do fundo está marcada para 24 de outubro, quando será dado o passo inicial para a implementação das ações.

A garantia de preços mínimos para produtos extrativistas também é uma vitória do ministro Minc. A borracha natural, o açaí, a castanha de babaçu e o pequi foram os primeiros a ter preços fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em setembro passado, dentro de uma lista de dez produtos extrativistas da sociobiodiversidade que passarão a ser garantidos pelo governo. O CMN aprovará na próxima reunião os valores para os óleos de copaíba e andiroba, além da castanha do Pará e da carnaúba.

Por fim, a primeira versão do Plano Nacional do Mudanças do Clima, em consulta pública até o final de outubro, prevê eliminar a perda líquida da área de cobertura florestal no Brasil até 2015. Isto é, a partir dessa data o Brasil vai plantar mais do que cortar. “Teremos um desmatamento legal e ilegal decrescente e um plantio crescente de árvores, tanto de espécies nativas quanto para silvicultura, até chegarmos ao desmatamento ilegal zero”, explicou o ministro.
Com informações da assessoria de comunicação do MMA
imagem
imagem
mais
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
mais
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
Se deseja receber o InformeCT preencha seus dados aqui
Nome:
Email:
Desejo receber:   Ok
Copyright © 2005 - 2006
Ministério da Ciência e Tecnologia